No mesmo dia que assisti o sensacional O Segredo dos Seus Olhos vi também O Diabo no Banco dos Réus.
O aluguei porque o argumento era ótimo: alguém resolve processar o Diabo por conta de todos os males do mundo e o Diabo aparece no tribunal para se defender!
Uma ótima idéia, mas uma péssima execução. Um péssimo filme de tribunal, um péssimo filme filosófico, uma péssima comédia (é uma comédia?). Péssimas atuações.
Diz o sábio conselho: se o livro não está te agradando e você não é obrigado a lê-lo, simplesmente feche-o. Eu faria isto com este filme antes de sua metade: retirá-lo do aparelho de DVD. Porém, é apenas um filme, e não um grosso livro: restava apenas uma hora.
Mas por que perder uma hora da minha vida com um filme péssimo? Masoquismo? Não. Se a idéia inicial do filme é ótima, talvez valesse a pena ver sua conclusão.
Após pensar isto, veio a seguinte cena: aplausos onde não o discurso aplaudido não tinha o menor vigor – como as risadas em progradas de humor sem-graça.
Na resenha de O Segredo dos Seus Olhos eu defendi que mais da metade de um bom filme se faz com um bom roteiro. O Diabo nos Bancos dos Réus é um filme didático, se comparado com O Segredo dos Seus Olhos: deveriam ser exibidos em sequência em aulas de Cinema, pois com eles aprendemos amargamente a diferença entre roteiro e argumento, respectivamente. Não basta ter uma boa ideia, é preciso desenvolvê-la até o fim.
Qual o final de O Diabo no Banco dos Réus? Não sei (alguém me conta?). Após tal cena, não consegui mais… Um dos raríssimos filmes que não consegui ver até o final. Numa escala de zero a cinco, daria-lhe menos um.
É claro que algumas pessoas gostarão do filme. Umas, possivelmente, até demais.
O difícil é acreditarmos que estas pessoas não têm um péssimo gosto. Que “gosto é gosto e não se discute”.
Não há filme que não tenha um elogio na capa, uma frase extraída de uma crítica de jornal. Exceção: O Magnata, feito por Chorão, da banda Charlie Brown Jr., “estrelado” por Paulo Vilhena, que tinha algo assim na capa “O filme do Chorão (Folha de São Paulo)”. Ri ao ler isto quando manuseei a capa deste filme, na locadora. Se isto foi o melhor que conseguiram achar na resenha do jornal, eis um filme que não vale mesmo a pena ser visto.
O Diabo no Banco dos Réus, tem, em sua capa (a qual só reproduzi aqui para que, conselho meu, nunca aluguem este filme): “Lindamente executado. Não é de surpreender que o diretor esteja ganhando prêmios. Excelente.”
É, gosto não se discute – se lamenta. Ou, vai ver, a hora final do filme era sensacional e eu a perdi. Mas não quero pagar para ver (alguém me conta?).
Eu fui ver o filme, assisti 10 minutos e sai e vim procura a critica. Muito sem Nexo.
Estava assistindo o ator que processa é péssimo e concordo em tudo.
E essa ideia de culpar os outros pelos nossos problemas pelo menos tinha que ter um bom argumento.
Ai assisti e vim ver se algum louco já tinha assistido tem que ser bem..para gostar disso..
Deveríamos processar os estados unidos.
E a parte do cara do petróleo que falta de conteúdo imagine um mundo com o petróleo custando sei la dez centavos, na real se tivesse relação com a industria do petróleo não deixar que se desenvolva novas tecnologias ai sim..mais chega esse filme é muito ruim.
Tive q achar uma resenha sobre essa bomba pra compartilhar meu desabafo. Ótimo argumento, direção amadora e um roteiro infantil e sonolento. Os debates no juri beiram o ridiculo, eh dificil imaginar q alguem com cerebro tenha os escrito. As Atuações semi amadoras, exceto pelo ator do diabo, me punem por ter alugando isso.
Totalmente de acordo. Lamentável um argumento superinteressante e um ótimo ator como o Malcon ter sido jogado no lixo . Amador !!!
Como voce pode criticar o filme, baseado no que voce pensa no que voce acha, uma coisa concordamos o roteiro deste file e fraco, poderia ser mas real ,ter encrementadocom uma historia mais convicente e nao um shom de diabo e Deus, mas a satiraé engraçaodo e e muito melhor que muitos filmes por ai ai conciderado bons
Nada a ver o filme, o diabo já está julgado ou melhor, condenado por Cristo. Homem algum o levará ao tribunal a não ser Deus em Cristo. o filme passa uma mensagem distorcida da Bíblia assim como muitos lançamentos.
Filme muito ruim, realmente a idéia inicial é boa, mas teve uma execução péssima. Atores horríveis com exceção de Malcolm Mcdowell (que infelizmente se encontra muito decadente e não chega sequer a ser uma sombra do ator que ele foi em Laranja Mecânica e Calígula.)
No dia 30.12.2011, sem saber dessa sua crítica, fiz a minha no Orkut:
O DIABO NO BANCO DOS RÉUS.
Bem, o que dizer deste filme?
Quando a gente imagina que o cinema norte-americano desceu ao fundo do poço, alguém consegue mostrar que o fundo do poço ainda não foi visto.
Trata-se, talvez, do pior filme que vi na vida, e olha que já vi muitos, mas muitos filmes ruins nesta vida.
E é inacreditáve que o mesmo Malcolm McDowell que atuou no pulsante Laranja Mecânica aceite participar de um projeto desses, que beira à imbecilidade, com pavorosos atores (Malcolm incluído, porque chego à conclusão que o maior imbecil é ele mesmo em cena), cenas mal filmadas (um arremedo de 12 Homens e Uma Sentença), e uma abominável mensagem gospel que nem aos testemunhas de jeová deverá agradar.
O filme é muito ruim. Não consigo classificá-lo em nenhuma espécie.
Suspense não é mesmo porque não assusta em nenhuma cena.
Terror, jamais!
Comédia? Talvez… Mas se for, levem saco de risada.
Uma grande, imensa perda de tempo, que algum idiota deve ter posto num roteiro, outro idiota resolveu filmar, e achou idiotas suficientes para fingirem que são atores e encamparem a ideia.
Hoje chego a conclusão que até esse cartaz do filme é ridículo. Gente, não parece o Poppey fumando um cachimbo? rs.
Hahahaha… Boa…
Bom ler os comentários aqui e ver que não estou sozinho na minha opinião sobre este filme.
Excelente filme!! Inpiração maravilhosa! Na verdade, quando se fala de Deus, pois Deus é e sempre será o todo poderoso, algumas pessoas que não possuem ele no coração não gostam. Filme maravilhoso!!!!!!!
Ótimo! Muitas pessoas não suportam a luz de Deus, pois vivem nas trevas!
Foi uma idea boa, o elenco não teve uma atuação boa mesmo, más fora a isso realmente a mensagem do filme não e a atuação como esta escrito emcima e sim mostrar mais o lado do amor de Deus para com a sociedade e mostra que se a humanidade se encontra assim perdidado hoje e por conta de nossos atos! por fim a mensagem que o filme passou foi muito positiva!
Essas criticas advindas de pessoas não cristãns falam mais do que parece
Sou judia, já fui estudante de sociologia e filosofia, estudei 3 anos de teologia. Digo, esse filme é para cristãos acharem que o Diabo é o pai da discórdia, e para não cristãos acharem (a verdadeira mensagem que eu acho ser) que o homem culpa o Diabo, mas não olha para o próprio umbigo e vê que ele procura mais a face de Satanás do que a de Deus. Teológicamante falando, não tem nada dito em escrituras sagradas, apenas uma visão de criança sobre como seria o Diabo (tenho que dar meus parabéns por escolherem o ‘verdadeiro’ Diabo para fazer o filme…rs Nosso eterno Alex). O filme não é motivacional, não tem uma lição final ( tudo não passou de um sonho, tentaram fazer um final Stephan King bem ruim), não tem roteiro… Só achei bem interesante quando o Diabo diz não gostar da banda KIss, que foi tida como ‘música do capeta’ em meados dos anos 70… Vale a pena ver? Ora, vale, tudo é uma experiência boa, a experiencia será de: Só veja filme Cristão que relate histórias bíblicas, e não adaptações inconclusivas de conhecimento empírico.
[...] a crítica do filme O Diabo no Banco dos Réus, uma péssima obra, ajuda a entender ainda mais a importância de um bom roteiro. Posted [...]