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	<title>Fernando César</title>
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	<description>psiquiatra e escritor - não bailarino, nem pastor</description>
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		<title>O BARCELONA DE MESSI E GUARDIOLA</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 19:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os analistas do futebol são unânimes: Messi é um excelente jogador; o Barcelona é uma excelente time, com uma maneira nova e especial de atuar; Josep Guardiola, o técnico do time, é o responsável por este colosso todo. O argentino Messi vem quebrando recordes e marcando dois ou três gols em muitos dos últimos jogos. <a href='http://fernandocesar.com/o-barcelona-de-messi-e-guardiola/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os analistas do futebol são unânimes: Messi é um excelente jogador; o Barcelona é uma excelente time, com uma maneira nova e especial de atuar; Josep Guardiola, o técnico do time, é o responsável por este colosso todo. </p>
<p>O argentino Messi vem quebrando recordes e marcando dois ou três gols em muitos dos últimos jogos. </p>
<p>Andrés Sanches, atualmente diretor de seleções da CBF, deu uma declaração que vai de encontro a tudo o que se diz do Barcelona. </p>
<p>Segundo Andrés Sanches: &#8220;Isso aí de que o Barcelona tem uma escola de futebol, que todo mundo joga igual, é tudo balela. É fase. O que eles ganhavam cinco, seis anos atrás? Nada. E o que vão ganhar daqui cinco, seis anos? Nada, porque Xavi, Iniesta, Messi e tudo mais vão parar de jogar.&#8221; </p>
<p>Ou seja, para Andrés Sanches, a diferença está nos jogadores, e não no técnico ou no time. </p>
<p>É um modo de se ver as coisas. Andrés Sanches pode estar errado ao tomar este partido. Talvez os mesmos jogadores, em outro esquema tático, não rendam tanto. </p>
<p>Mas ele não está errado em tomar partido. Está mais certo do que os que elogiam o técnico, o time e Messi ao mesmo tempo. </p>
<p>Vejamos o motivo. Peguemos um jogo hipotético qualquer, em que o Barcelona ganhou de, digamos, três a zero, com três gols de Messi. Se o crítico fala que Messi &#8220;fez a diferença&#8221;, então está dizendo, sem dizer, que o time não é tão mágico assim. Por outro lado, se o elogio é feito ao time, que colocou com facilidade Messi na cara do gol, está se dizendo, novamente sem dizer, que Messi não é o diferencial.  </p>
<p>Isto é, o mérito de um não pode ser o mérito do outro! Se o time fez três gols, dois talvez se devam ao time e um apenas ao talento de Messi, ou os três ao time, ou os três a Messi etc. Ou os dois últimos gols foram méritos de Guardiola, que fez uma substituição que mudou o jogo etc.</p>
<p>O que não se pode é atribuir os três gols para o Barcelona, para Messi e para Guardiola ao mesmo tempo! E é o que os comentaristas de futebol fazem. </p>
<p>(Comentarista de futebol, eis uma profissão que acho curiosa. Principalmente os comentaristas de pequenos campeonatos estaduais brasileiros. O sujeito se desespera por causa de um time que joga a segunda ou terceira divisão do campeonato nacional! Leva aquilo à sério. Quase infarta no ar&#8230; É ter a vida muito resolvida gastá-la com um assunto tão importante&#8230;)</p>
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		<title>TÚLIO, 1000 GOLS</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 17:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Túlio Maravilha continua sua busca incansável pelo milésimo gol. Tem feito de tudo para isto. Joga em qualquer time. Conta gols que marcou em amistosos. Conta-se que dá alguns reais a colegas que lhe deem um passe que resulte em gol&#8230; Túlio Maravilha abandonou até mesmo o cargo de vereador em Goiânia para persistir em <a href='http://fernandocesar.com/tulio-1000-gols/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Túlio Maravilha continua sua busca incansável pelo milésimo gol. Tem feito de tudo para isto. Joga em qualquer time. Conta gols que marcou em amistosos. Conta-se que dá alguns reais a colegas que lhe deem um passe que resulte em gol&#8230;</p>
<p>Túlio Maravilha abandonou até mesmo o cargo de vereador em Goiânia para persistir em busca do gol número mil. </p>
<p>Se eu fosse o técnico de um time adversário, faria o seguinte. Perguntaria a Túlio: quantos gols te faltam para o mil? &#8220;Quinze&#8221;, diria hoje. </p>
<p>Então, ainda como técnico, diria a meu time: deixemos ele marcar logo estes 15. &#8220;Pronto? Satisfeito? Vamos jogar bola agora?!&#8221;</p>
<p>Que mérito tem uma marca que não é natural, mas tão forçada? Apenas Túlio se vangloriará dela. Porque, para quase todo mundo, esta busca insana já virou motivo de chacota&#8230; </p>
<p>Em uma notícia recente sobre Túlio, em que dizia-se que ele procurava um time, um comentarista disse: &#8220;Tem um time do sobrinho da minha mulher, ele pode jogar lá com a garotada de 05 anos.Quem sabe&#8230;&#8221; #euri</p>
<p>A saga de Túlio, quando completa, será quase igual a ganhar um jogo roubando. Qual o mérito, qual a graça? Mas, enfim, se Túlio ficará feliz assim, que seja (logo) assim&#8230;</p>
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		<title>GÊNIOS E &#8220;GÊNIOS&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 04:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[ensaios]]></category>

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		<description><![CDATA[Mike Krieger, brasileiro criador do Instagram, está na capa da revista Veja de 11 de abril de 2012. A reportagem &#8220;Eles nasceram no futuro&#8221;, em que Mike Krieger é o carro-chefe, é sobre jovens que obtiveram sucesso na vida digital. Na verdade, quem teve a ideia para o aplicativo de fotos que se tornou o <a href='http://fernandocesar.com/genios-e-genios/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mike Krieger, brasileiro criador do Instagram, está na capa da revista Veja de 11 de abril de 2012. A reportagem &#8220;Eles nasceram no futuro&#8221;, em que Mike Krieger é o carro-chefe, é sobre jovens que obtiveram sucesso na vida digital. </p>
<p>Na verdade, quem teve a ideia para o aplicativo de fotos que se tornou o Instagram foi um colega de de Mike (que, também na verdade, se chama Michel). O Instagram, embora a chamada de capa da revista fale de &#8220;revolução digital&#8221;, novamente na verdade nada tem de revolucionário. </p>
<p>O Instagram é um aplicativo que, basicamente, aplica alguns efeitos a fotos. Efeitos estes que qualquer programa gratuito de edição de fotos poderia aplicar &#8211; programas que, aliás, permitem que se faça muito mais que aplicar os populares efeitos de envelhecimento da imagem do Instagram. </p>
<p>Ou seja, o Instagram oferecia menos do que já existia! Porém, os programa de edição de imagens, como o Photoshop, são pesados, complicados e não foram desenvolvidos para smartphones. O Instagram simplifica tudo isto e nasce voltado para o usuário do iPhone. </p>
<p>Foi uma criação que teve sucesso, mas que também poderia não ter tido, por diversas razões. Porém, como deu e hoje a empresa de Mike é avaliada em 500 milhões de dólares, ele é apontado como um gênio. </p>
<p>Este texto não é, na verdade, sobre Mike ou sobre o Instagram. É sobre o conceito de gênio. Um questionamento sobre este conceito. </p>
<p>Nossa sociedade mede a genialidade pelo resultado financeiro, e não pelas capacidades intelectuais do indivíduo. Se a empresa de Mike vale meio bilhão de dólares, ele só pode ser um gênio. Por outro lado, um filósofo que escreva um livro muito profundo sobre a natureza humana, um livro tão profundo que seria incompreensível para a maioria dos mortais, um livro que não venderia nada, e por isto nenhum editora nem quis publicá-lo, este filósofo terminará sua vida no máximo como um obscuro professor universitário e o mundo jamais o chamará de gênio. </p>
<p>O Ipad vende como água em dia de calor, logo, Steve Jobs é um gênio. E isto é dito como se ele fosse o único responsável pelo produto ser o que é, isto, como se ele fosse o designer, o programador, o gerente de marketing etc. Ninguém mais trabalhou naquele produto&#8230; O presidente de uma grande empresa que cria produtos, como a Apple, depende, na verdade, do trabalho criativo de dezenas de outras pessoas. Mas só o big boss leva a fama. </p>
<p>Não que Mike Krieger não seja um gênio. O sucesso do Instagram tem a ver até com sorte. Mas a mesma reportagem conta que, antes, ele desenvolvia um programa que mapeava os locais mais perigosos da cidade onde morava. Uma ideia útil e a capacidade de desenvolvê-la: isto é genial! </p>
<p>Ganhar meio bilhão de dólares, nem sempre. Pode até ser obra do acaso. Eis a verdade. </p>
<h4>Facebook compra Instagram</h4>
<p>Após ter escrito este texto, vejo a notícia de que o Facebook comprou o Instagram. O valor não foi divulgado. </p>
<p>Esta venda também foi um grande ato de esperteza. O mundo digital é tão volátil que o Instagram poderia valer alguns bilhões daqui a uns dois anos, mas também poderia não valer mais nada. Nada mal embolsar logo algumas centenas de milhões e partir para a próxima, já que o Instagram, apesar da estimativa de valor, ainda não era um negócio lucrativo&#8230; </p>
<p>Genial!</p>
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		<title>MARKENTING FAIL</title>
		<link>http://fernandocesar.com/markenting-fail/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 23:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Um comercial do Classe C, carro da Mercedes-Bens, veiculado em revistas atualmente, diz o seguinte: &#8220;A crítica fala bem. Quem dirige, fica sem palavras.&#8221; Ora, se utilizarmos o mínimo do que aprendemos nas aulas de Lógica, concluímos destas duas premissas que os críticos falam bem do carro sem tê-lo dirigido. Se quem dirige fica sem <a href='http://fernandocesar.com/markenting-fail/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um comercial do Classe C, carro da Mercedes-Bens, veiculado em revistas atualmente, diz o seguinte: &#8220;A crítica fala bem. Quem dirige, fica sem palavras.&#8221;</p>
<p>Ora, se utilizarmos o mínimo do que aprendemos nas aulas de Lógica, concluímos destas duas premissas que os críticos falam bem do carro sem tê-lo dirigido. Se quem dirige fica sem palavras, só pode falar algo sobre ele quem não o pilotou. Logo, os críticos estão mentindo, pois falam bem de um veículo que não experimentaram&#8230;</p>
<p>É claro que, na vida real, os críticos dirigiram o carro. A confusão lógica do anúncio só foi gerada porque algum profissional de marketing não percebeu a insensatez da frase. Ou percebeu e pensou &#8220;Dane-se, ninguém vai fazer análise filosófica do anúncio!&#8221;?</p>
<p>Conta-se que John Wanamaker, magnata de lojas de departamentos, disse, há quase um século: &#8220;Metade do dinheiro que gasto com publicidade vai pelo ralo, só não sei qual metade.&#8221; (Vi isto no livro &#8220;Tudo é óbvio &#8211; desde que você saiba a resposta&#8221;, de Duncan J. Watts &#8211; sim, estou citando este livro fenomenal novamente&#8230;) Talvez não seja exatamente a metade do dinheiro, mas boa parte é com profissionais que criam campanhas sem sentido. </p>
<p>Se a frase sem lógica não atrapalhará as vendas do carro, não seria melhor nem investir em criá-la?!</p>
<p>Na televisão, vejo propagandas da Skol 360, &#8220;a cerveja que não empapuça&#8221;. Quem toma as outras cervejas vira uma bola, um baiacu. Isto quer dizer então, se meu raciocínio ainda funcionar, que a própria Skol comum empapuça! Se eu tomá-la, virarei um baiacu!</p>
<p>A propaganda de um produto da Skol, portanto, indiretamente fala mal de outro produto da mesma Skol&#8230; Neste caso, o efeito, se as pessoas acreditassem piamente em comerciais, seria até bom para a empresa. Todos parariam de tomar a Skol comum, mas também a Brahma, a Antarctica&#8230; e tomariam apenas a Skol 360, que dominaria completamente o mercado. </p>
<p>Mas as pessoas não acreditam muito em propagandas. Por que será?!</p>
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		<title>VENCEDORAS POR OPÇÃO (LIVRO) &#8211; JIM COLLINS &#8211; RESENHA</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 15:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[livros (resenhas)]]></category>

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		<description><![CDATA[Leio na revista Exame, edição 1013, em reportagem intitulada &#8220;Crescer demais faz mal&#8221;, um trecho do livro &#8220;Vencedoras por opção&#8221;, de Jim Collins, considerado por muitos um guru. A tese central do livro, ao que me parece, é que as empresas que vencem a longo prazo são as que mantém uma meta de crescimento constante <a href='http://fernandocesar.com/vencedoras-por-opcao-livro-jim-collins-resenha/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://fernandocesar.com/wp-content/uploads/2012/04/vencedoras-por-opcao-jim-collins.jpg" alt="Vencedoras por opção - Jim Collins" title="Vencedoras por opção - Jim Collins" width="226" height="300" class="alignleft size-full wp-image-113" />Leio na revista Exame, edição 1013, em reportagem intitulada &#8220;Crescer demais faz mal&#8221;, um trecho do livro &#8220;Vencedoras por opção&#8221;, de Jim Collins, considerado por muitos um guru. </p>
<p>A tese central do livro, ao que me parece, é que as empresas que vencem a longo prazo são as que mantém uma meta de crescimento constante (o título da obra deveria ser outro, portanto). Isto é, controlam sua ambição, mesmo quando surgem oportunidades de crescimento grandioso e rápido. Segundo Jim Collins, as empresas que tentam dar passos grandes demais acabam perdendo sua cultura, seu norte, neste processo.   </p>
<p>Esta reportagem é do tipo que eu absorveria sem discutir, se não houvesse lido &#8220;Tudo é óbvio &#8211; desde que você saiba a resposta&#8221;, de Duncan J. Watts. </p>
<p>&#8220;Tudo é óbvio&#8221; é um livro fundamental. Tão fundamental que não será fácil fazer uma resenha para ele. Mas tentarei, no futuro. </p>
<p>Mas como &#8220;Tudo é óbvio&#8221; detona &#8220;Vencedoras por opção&#8221;? A pergunta fundamental que Duncan J. Watts faria é: até que ponto Jim Collins partiu de uma tese pronta para só então encontrar (ou divulgar) apenas os dados que a favoreciam? Será mesmo que nenhuma grande empresa cresceu em grandes saltos?! Nenhuma?! Parece difícil acreditar&#8230;</p>
<p>Até que ponto há ciência, e não uma bela história em um livro destes, portanto?</p>
<p>Estou dizendo que Jim Collins está completamente enganado? Obviamente que não. De fato, ele estudou várias empresas, analisou seus resultados por vários anos. Deve haver algum sentido no que diz&#8230;</p>
<p>O problema com sua tese é que ela leva à seguinte conclusão: o crescimento errático, ocasionalmente grandioso, é necessariamente ruim &#8211; e, talvez possamos pensar isto também, o crescimento constante e modesto é sempre bom. </p>
<p>Ora, quantas empresas destas constantes não devem ter sido engolidas por outras que se agigantaram? Porém, como estas não sobreviveram, não são casos de estudo para Jim Collins&#8230;</p>
<p>Tais reflexões servem não apenas para administração de empresas, mas também para a vida cotidiana. Imagine que você é sedentário e resolva que, daqui há dois anos, irá correr uma maratona. Precisará então correr, a cada mês, 1,75 km a mais que no mês anterior, para ao final do prazo consegui fazer os 42 km de uma maratona. Porém, no terceiro mês, você está se sentindo capaz de correr 10 km, ao invés dos 5,25 previstos em sua planilha. Consegue correr os 10, não tem nenhum lesão e, no próximo mês, correrá 11,75. Qual o problema?! Sim, você poderia ter se lesado. Mas também poderia não ter! A lesão não é lei!</p>
<p>A não ser que Jim Collins nos prove que todos (todos!) os que deram grandes saltos se machucaram&#8230; Penso, porém, que o que ele faça em seu livro seja mostrar apenas os que deram tais saltos e tiveram uma grave distensão que os deixou meses de cama&#8230;</p>
<p>Um conselho? Se tiver tempo para ler apenas um livro, leia &#8220;Tudo é óbvio&#8221;. Se tiver tempo para os dois, leia o de Jim Collins (que não deve ser ruim) apenas após ler o de Duncan J. Watts.</p>
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		<title>O METROSSEXUAL X O RETROSSEXUAL</title>
		<link>http://fernandocesar.com/metrossexual-retrossexual/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 04:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[ensaios]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista Alfa de fevereiro de 2012 (com Bill Gates na capa) traz uma reportagem intitulada &#8220;A volta do macho&#8221;, onde se afirma que o movimento retrossexual está na moda. O que é o retrossexual? Em tese, o oposto do metrossexual. Mas o que é metrossexual? É aquele ser nascido do sexo masculino excessivamente vaidoso <a href='http://fernandocesar.com/metrossexual-retrossexual/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">A revista Alfa de fevereiro de 2012 (com Bill Gates na capa) traz uma reportagem intitulada &#8220;A volta do macho&#8221;, onde se afirma que o movimento retrossexual está na moda.</p>
<p>O que é o retrossexual? Em tese, o oposto do metrossexual. Mas o que é metrossexual? É aquele ser nascido do sexo masculino excessivamente vaidoso e que tem comportamentos que, até há pouco tempo, era reservado às mulheres, como fazer sobrancelhas e unhas, depilar-se, passar cremes para a pele etc.</p>
<p>Há muitos metrossexuais que afirmam que não são homossexuais. &#8220;Apenas gosto de me cuidar, de estar bem comigo mesmo&#8221;, dizem.</p>
<p>O retrossexual é o homem antigo. É desleixado e seu símbolo atual, segundo a revista, é uma barba mal-feita.</p>
<p>O modelo Tony Ward, hoje com 48 anos, é citado como um homem &#8220;sujo&#8221; e, portanto, um bom exemplo de retrossexual &#8211; em oposição ao metrossexual mais conhecido, o jogador de futebol David Beckham. </p>
<p>Cita ainda a Alfa grifes que trazem roupas com &#8220;golas e punhos batidos&#8221;, roupas &#8220;sem tecidos frágeis&#8221;, com furos.</p>
<p>O curioso, e contraditório, é justamente o fato de o retrossexual estar em evidência. </p>
<p>A melhor frase da reportagem é: &#8220;Tony Ward é um sujeito que se cuida &#8211; e, ao mesmo tempo, não liga pra isso.&#8221; Ora, se não liga, por que se cuida? Se se cuida, como se pode dizer que não liga? </p>
<p>Como se cuida, se tem barba grande e é sujo e largado? Ah, sim: o retrossexual de revista é aquele que é assim intencionalmente&#8230; </p>
<p>Conscientemente desleixado. </p>
<p>Retro: do latim para trás. </p>
<p>Em resumo: o retrossexual é o mesmo lado da moeda do metrossexual&#8230;</p>
<p>*</p>
<p>Mea culpa: sim, ler Alfa (e eu a assino) ou qualquer outra revista masculina é um sintoma justamente de falta de masculinidade.
</p></div>
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		<title>COMENTÁRIOS PARA FOTOS</title>
		<link>http://fernandocesar.com/comentarios-para-fotos/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 02:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[nada digno de nota]]></category>

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		<description><![CDATA[Você começa a digitar algo no Google e ele já vem com algumas sugestões, tentando adivinhar seu pensamento. Eu pesquisava algo sobre comentários em blogs e ele me veio com isto: Comentários em fotos, comentários em fotos de amigas! Imaginei a situação&#8230; Uma amiga coloca uma foto no Facebook, no Orkut &#8211; preciso comentar algo! <a href='http://fernandocesar.com/comentarios-para-fotos/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Você começa a digitar algo no Google e ele já vem com algumas sugestões, tentando adivinhar seu pensamento.</p>
<p>Eu pesquisava algo sobre comentários em blogs e ele me veio com isto: </p>
<p><img src="http://fernandocesar.com/wp-content/uploads/2012/02/comentários-para-fotos.jpg" alt="comentários para fotos" title="comentários para fotos" width="330" height="136" class="aligncenter size-full wp-image-99" /></p>
<p>Comentários em fotos, comentários em fotos de amigas! </p>
<p>Imaginei a situação&#8230; Uma amiga coloca uma foto no Facebook, no Orkut &#8211; preciso comentar algo! Mas o quê? E agora, quem poderá me ajudar? Chapolin Colorado? Não, o Google, claro! </p>
<p>Bizarro&#8230; Às vezes leitores param em nossos blogs através de pesquisas bem estranhas, incomuns. Porém, se o Google estava sugerindo isto, é porque, neste caso, a pesquisa deve ser bem frequente. </p>
<p>Fui atrás. E descobri que nada mais, nada menos, que 74 mil pessoas pesquisam, por mês, no Google, por comentários para fotos!</p>
<p>É tão difícil, será, já que é para ser falsa, escrever: &#8220;Nossa, amiga, você está linda nesta foto!&#8221;?</p>
<p>Sem comentários&#8230;
</p></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O DISCURSO DO REI (FILME) &#8211; CRÍTICA</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 01:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[filmes (resenhas)]]></category>
		<category><![CDATA[regulares / bons]]></category>

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		<description><![CDATA[O Discurso do Rei: 12 indicações ao Oscar 2011; levou 4 estatuetas, das mais importantes categorias: ator (Colin Firth como o rei George VI), diretor (Tom Hooper), roteiro original (David Seidler &#8211; embora baseado em fatos reais) e melhor filme &#8211; prêmio ainda mais importante agora que o Oscar passou a ter mais de cinco <a href='http://fernandocesar.com/o-discurso-do-rei-filme-critica/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><img src="http://fernandocesar.com/wp-content/uploads/2012/02/o-discurso-do-rei.jpg" alt="O Discurso do Rei" title="O Discurso do Rei" width="216" height="300" class="alignleft size-full wp-image-95" />O Discurso do Rei: 12 indicações ao Oscar 2011; levou 4 estatuetas, das mais importantes categorias: ator (Colin Firth como o rei George VI), diretor (Tom Hooper), roteiro original (David Seidler &#8211; embora baseado em fatos reais) e melhor filme &#8211; prêmio ainda mais importante agora que o Oscar passou a ter mais de cinco indicados nesta categoria. Pena que Geoffrey Rush não tenha levado o de ator coadjuvante, pois está muito bem também, como Lionel Logue, o homem que ensina o rei, ao longo de anos de trabalho, a parar de gaguejar (este troféu ficou com Christian Bale, por O Vencedor, que não assisti). </p>
<p>Achei O Discuso do Rei um muito bom filme, mas não um filme explêndido. </p>
<p>O Oscar, sendo uma premiação anual, eventualmente cometerá injustiças. Em um ano em que haja dois filmes espetaculares, um cairá no limbo; em um ano sem nenhum assim, um será promovido um tanto indevidamente. Não um grande problema, esta segunda opção.<br />
<span id="more-92"></span><br />
O Discurso do Rei é um grande filme porque trata de um grande problema. A gagueira, a princípio. De um modo muito mais amplo, a impotência (também vi esta temática em <a href="http://fernandocesar.com/o-segredo-dos-seus-olhos-filme-critica/" title="O Segredo dos Seus Olhos" target="_blank">O Segredo dos Seus Olhos</a>, mas, não, não estou impotente &#8211; ainda). Não a sexual, a princípio, mas, de modo mais amplo, toda e qualquer situação que envolva cobranças de desempenho e o medo de falhar. </p>
<p>A gagueira, assim como a impotência, tem outros nomes, mais ridiculamente, digo, politicamente corretos. Mudar o nome da situação não a altera, entretanto. Que adianta pintar a parede mofada, se o problema é a infiltração?</p>
<p>A gagueira, reflito ao ver o filme, é infinitamnte mais dramática que a impotência sexual, pois esta é um enredo que se passa entre quatro paredes, enquanto aquela se passa em público &#8211; e desde a infância! E sem uma pílula azul mágica&#8230;</p>
<p>Assim, a gagueira poderá minar completamente a auto-estima de seu portador, trazendo inúmeros prejuízos se não tratada. </p>
<p>O Discurso do Rei é então, de certa forma, um filme educativo, pois mostra (baseado em fatos reais, e isto é importante) que é possível vencermos nossas impotências. (Que final ridículo para um resenha&#8230;)
</p></div>
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		<title>EDUCAÇÃO (FILME) &#8211; CRÍTICA</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 23:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[filmes (resenhas)]]></category>
		<category><![CDATA[regulares / bons]]></category>

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		<description><![CDATA[(Atenção &#8211; contém spoiler!) Uma bela garota de 16 anos conhece um homem mais velho. Os dois são interessados em alta cultura e se interessam um no outro. Começam um caso. Ela vivia entediada na escola e com o comportamento exigido das garotas na Inglaterra dos anos 60, especialmente por seu pai. O homem veio <a href='http://fernandocesar.com/educacao-filme-critica/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><img src="http://fernandocesar.com/wp-content/uploads/2012/02/educacao-filme.jpg" alt="Educação - filme" title="Educação - filme" width="202" height="300" class="alignleft size-full wp-image-63" />(Atenção &#8211; contém spoiler!)</p>
<p>Uma bela garota de 16 anos conhece um homem mais velho. Os dois são interessados em alta cultura e se interessam um no outro. Começam um caso. </p>
<p>Ela vivia entediada na escola e com o comportamento exigido das garotas na Inglaterra dos anos 60, especialmente por seu pai. O homem veio para resgatá-la deste marasmo. O primeiro problema surge quando ela descobre que a boa vida que ele apresenta a ela é financiada por golpes que ele aplica. </p>
<p>Porém, ela supera o choque, conseguindo ver a graça disto. Suas professoras, entretanto, prevêem que ela se arruinará com este homem. Ela sai da escola, abandonando a chance de ir para a faculdade, quando ele a pede em casamento.<br />
<span id="more-61"></span><br />
As professoras estavam certas: a garota descobre que ele é casado. Ele diz que pode se separar, mas acaba fugindo. </p>
<p>O roteiro de Educação foi escrito por Nick Hornby, autor de livros como Alta Fidelidade, que deu em excelente filme. Porém, Educação não é bem um filme de Hornby, pois o roteiro foi baseado em um livro autobiográfico escrito por uma jornalista. </p>
<p>Só tomei ciência desta segunda informação após ver o filme e procurar resenhas sobre ele na internet. Achando que era de Nick Hornby eu iria dizer que:</p>
<p>(1) Tenho achado que suas obras falam sempre sobre o envelhecer, em diversas fases da vida. Alta Fidelidade versava sobre amadurecer sentimentalmente. Vi a temática do envelhecimento também em seu livro Juliet, Nua e Crua. E novamente em Educação. Talvez tenha sido o tema que tenha feito Hornby se interessar em roteirizar o livro.</p>
<p>(2) Hornby é ótimo, mas não aprendeu a se livrar dos finais felizes.</p>
<p>Os pais da garota compreendem toda a situação e se aproximam dela. A escola não a aceita de volta, mas mesmo assim ela é convocada para a universidade. Lá, arruma um namorado jovem.</p>
<p>The end.</p>
<p>Uma jornalista quis escrever suas memórias &#8211; e quem pediria para mudá-las? Nick Hornby foi fiel a elas? Ou as estragou com este final? Teria o direito de adulterá-las?</p>
<p>Não é problema um filme ter final feliz. O chato é quando o final destrói o filme. É o caso. </p>
<p>O meio do filme, que poderia ser uma bela discussão indireta sobre pedofilia e lolitismo, foi destruído pela cara de bobo chorão de Peter Sarsgaad, o homem que seduz. Que parece mais uma criança (e vítima, portanto) que um bandido. </p>
<p>O final feliz detona o filme por inteiro porque é inverossímil &#8211; mesmo que verídico! Eu terminaria o filme, até então bom, na cena em que a jovem interpretada por Carey Mulligan tenta voltar à escola e diz à diretora:<br />
- A senhora pensa que sou uma mulher arruinada.<br />
A diretora responde:<br />
- Você ainda não é uma mulher.</p>
<p>Touché!</p>
<p>Um pouco antes desta cena, foi dito: &#8220;Não existem atalhos.&#8221; Era exatamente o que eu pensava alguns segundos antes. A sensação de perda que a garota tem quando tudo desmorona é a mesma reviravolta no estômago que ocasionalmente temos quando nos sentimos na crista da onda e a onda subitamente, inesperadamente, quebra.</p>
<p>Mas quem precisa de atalhos quando se tem um final feliz à espera, em um filme, digamos, deseducativo?</p>
<p>*</p>
<p>PS: salvam-se, ainda, um curto diálogo e um frase, no filme. O diálogo:<br />
- Os judeus mataram nosso Deus.<br />
- O Deus que os judeus mataram era judeu.</p>
<p>A frase:<br />
- Me sinto velha, mas não muito sábia.</p>
<p>Claro, salva-se também a beleza de Carey Mulligan, que tinha bem mais de 16 anos ao fazer o papel, e entra para a seleta galeria das falsas ninfetas do cinema.</p></div>
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		<title>O QUE ACONTECEU NA TERRA? (LIVRO) &#8211; CHRISTOPHER LLOYD &#8211; RESENHA</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 01:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[livros (resenhas)]]></category>
		<category><![CDATA[recomendados]]></category>

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		<description><![CDATA[O título do livro é estranho: O Que Aconteceu na Terra? &#8211; mas a escolha é compreensível: possivelmente o editor da obra quis diferenciá-la de outras de conteúdo semelhante, invariavelmente intituladas História do Mundo, História do Universo etc. A capa também não ajuda: infantilóide, não condiz com um livro de quase 400 páginas, em letras <a href='http://fernandocesar.com/o-que-aconteceu-na-terra-livro-christopher-lloyd-resenha/' class='excerpt-more'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><img src="http://fernandocesar.com/wp-content/uploads/2012/01/o-que-aconteceu-na-terra.jpg" alt="O que aconteceu na Terra?" title="O que aconteceu na Terra?" width="234" height="300" class="alignleft size-full wp-image-52" />O título do livro é estranho: O Que Aconteceu na Terra? &#8211; mas a escolha é compreensível: possivelmente o editor da obra quis diferenciá-la de outras de conteúdo semelhante, invariavelmente intituladas História do Mundo, História do Universo etc. </p>
<p>A capa também não ajuda: infantilóide, não condiz com um livro de quase 400 páginas, em letras pequenas, com não muitas ilustrações. Não é um livro infantil ou juvenil. É um livro para adultos que desejam entender o mundo. E quando se diz, aqui, mundo, não estamos falando dos dias de hoje, dos conflitos no Oriente Médio&#8230; Ou não apenas isto. Muito além disto. O subtítulo do livro de Christopher Lloyd anuncia: A História do Planeta, da Vida &#038; das Civilizações, do Big Bang Até Hoje. </p>
<p>De fato, o humano só entrará nesta história por volta da página 100.<br />
<span id="more-51"></span><br />
Não farei um resumo do livro aqui. É impossível. Apenas o recomendarei. É um livro para se ter. E para se ler não apenas uma vez, mas quantas necessárias forem para que seu conteúdo seja apreendido. A informação é caudalosa, mas não maçante, pois a escrita de Christopher Lloyd é leve (às vezes com um discreto toque de humor) e, fato aplaudível, a tradução feita pela editora Intrínseca está muito boa.</p>
<p>Contudo, é um desperdício apenas ler e tentar absorver passivamente o conteúdo de O Que Aconteceu na Terra?, pois é um livro que pode ser também tomado como um ponto inicial de indagações filosóficas profundas. Uma que pode ser despertada pelo primeiro terço do livro: se o Universo é tão vasto e surgimos há tão pouquíssimo tempo na História do Mundo, qual a nossa real importância, se somos menos que um grão de poeira nesta História?</p>
<p>O Que Aconteceu na Terra?, portanto, é mais que um livro comum de História &#8211; é uma obra quase fundamental. Atualizado, sem se furtar a polêmicas, é um alicerce para quem deseja começar a entender seu real papel neste mundo.</p></div>
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