O Discurso do ReiO Discurso do Rei: 12 indicações ao Oscar 2011; levou 4 estatuetas, das mais importantes categorias: ator (Colin Firth como o rei George VI), diretor (Tom Hooper), roteiro original (David Seidler – embora baseado em fatos reais) e melhor filme – prêmio ainda mais importante agora que o Oscar passou a ter mais de cinco indicados nesta categoria. Pena que Geoffrey Rush não tenha levado o de ator coadjuvante, pois está muito bem também, como Lionel Logue, o homem que ensina o rei, ao longo de anos de trabalho, a parar de gaguejar (este troféu ficou com Christian Bale, por O Vencedor, que não assisti).

Achei O Discuso do Rei um muito bom filme, mas não um filme explêndido.

O Oscar, sendo uma premiação anual, eventualmente cometerá injustiças. Em um ano em que haja dois filmes espetaculares, um cairá no limbo; em um ano sem nenhum assim, um será promovido um tanto indevidamente. Não um grande problema, esta segunda opção.
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Educação - filme(Atenção – contém spoiler!)

Uma bela garota de 16 anos conhece um homem mais velho. Os dois são interessados em alta cultura e se interessam um no outro. Começam um caso.

Ela vivia entediada na escola e com o comportamento exigido das garotas na Inglaterra dos anos 60, especialmente por seu pai. O homem veio para resgatá-la deste marasmo. O primeiro problema surge quando ela descobre que a boa vida que ele apresenta a ela é financiada por golpes que ele aplica.

Porém, ela supera o choque, conseguindo ver a graça disto. Suas professoras, entretanto, prevêem que ela se arruinará com este homem. Ela sai da escola, abandonando a chance de ir para a faculdade, quando ele a pede em casamento.
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O Diabo no banco dos réusNo mesmo dia que assisti o sensacional O Segredo dos Seus Olhos vi também O Diabo no Banco dos Réus.

O aluguei porque o argumento era ótimo: alguém resolve processar o Diabo por conta de todos os males do mundo e o Diabo aparece no tribunal para se defender!

Uma ótima idéia, mas uma péssima execução. Um péssimo filme de tribunal, um péssimo filme filosófico, uma péssima comédia (é uma comédia?). Péssimas atuações.

Diz o sábio conselho: se o livro não está te agradando e você não é obrigado a lê-lo, simplesmente feche-o. Eu faria isto com este filme antes de sua metade: retirá-lo do aparelho de DVD. Porém, é apenas um filme, e não um grosso livro: restava apenas uma hora.
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O segredo dos seus olhosOutro filme que vi há poucos dias foi O Segredo dos Seus Olhos, obra lançada no longínquo 2009. Filme que, por ser argentino e por eu gostar do cinema deste país, já desejava ver desde que foi lançado. Porém, como não sou rato de cinema e na locadora da qual sou sócio é mais fácil encontrar Jesus que um filme em lançamento, acabo sempre assistindo a qualquer filme depois que todo o mundo já o assistiu.

Não me incomodo com isto, pois raramente sinto a urgência em ver ou ler uma obra que acaba de ser lançada: o que mudará nela se eu consumi-la um ano depois? Sempre há bons filmes lançados há um ano ou mais que ainda não vi. E, se não posso conversar em uma mesa de bar sobre o que está nos cinemas, o distanciamento traz vantagens: já tenho à minha disposição inúmeras críticas, formais e informais, que me ajudam a selecionar o que vejo (melhor ver um ganhador do Oscar que um que nem foi indicado ao prêmio, por exemplo) e às quais posso comparar minha visão. Por fim, mesmo vendo o filme pela primeira vez, sei que que minha opinião sobre ele será menos polarizada, menos emocional, do que a dos que o vêem quando ele ainda é objeto de discussões apaixonadas.
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A Árvore da Vida (filme)Assisti a A Árvore da Vida, lançado há alguns meses, apenas agora, no Natal.

Havia lido algumas críticas sobre o filme, dirigido por Terrence Malick e com Brad Pitt supostamente no papel principal, críticas que me fizeram pensar que a obra seria daquelas que despertam ou amor ou ódio.

Fala-se muito, nestas resenhas, das supostamente longas cenas que mostram o universo em expansão, planetas nascendo, vulcões em erupção, dinossauros… Dinossauros! Dinossauros!

Com certa expectativa, então, apertei o play. Achei que iria amar o filme, afinal, não sou o fã número 1 do cinema convencional.

Não amei A Árvore da Vida. Mas também não odiei. Gostei, apenas. (Mesmo assim, ainda acho interessante a ideia de começar meu blog falando de um filme polêmico.) É bom. Daria-lhe umas três ou quatro estrelas em um máximo de cinco.
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