O Discurso do Rei: 12 indicações ao Oscar 2011; levou 4 estatuetas, das mais importantes categorias: ator (Colin Firth como o rei George VI), diretor (Tom Hooper), roteiro original (David Seidler – embora baseado em fatos reais) e melhor filme – prêmio ainda mais importante agora que o Oscar passou a ter mais de cinco indicados nesta categoria. Pena que Geoffrey Rush não tenha levado o de ator coadjuvante, pois está muito bem também, como Lionel Logue, o homem que ensina o rei, ao longo de anos de trabalho, a parar de gaguejar (este troféu ficou com Christian Bale, por O Vencedor, que não assisti).
Achei O Discuso do Rei um muito bom filme, mas não um filme explêndido.
O Oscar, sendo uma premiação anual, eventualmente cometerá injustiças. Em um ano em que haja dois filmes espetaculares, um cairá no limbo; em um ano sem nenhum assim, um será promovido um tanto indevidamente. Não um grande problema, esta segunda opção.
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(Atenção – contém spoiler!)
No mesmo dia que assisti o sensacional O Segredo dos Seus Olhos vi também O Diabo no Banco dos Réus.
Outro filme que vi há poucos dias foi O Segredo dos Seus Olhos, obra lançada no longínquo 2009. Filme que, por ser argentino e por eu gostar do cinema deste país, já desejava ver desde que foi lançado. Porém, como não sou rato de cinema e na locadora da qual sou sócio é mais fácil encontrar Jesus que um filme em lançamento, acabo sempre assistindo a qualquer filme depois que todo o mundo já o assistiu.
Assisti a A Árvore da Vida, lançado há alguns meses, apenas agora, no Natal.