O que aconteceu na Terra?O título do livro é estranho: O Que Aconteceu na Terra?” – mas a escolha é compreensível: possivelmente o editor da obra quis diferenciá-la de outras de conteúdo semelhante, invariavelmente intituladas História do Mundo, História do Universo etc.

A capa também não ajuda: infantilóide, não condiz com um livro de quase 400 páginas, em letras pequenas, com não muitas ilustrações. Não é um livro infantil ou juvenil. É um livro para adultos que desejam entender o mundo. E quando se diz, aqui, mundo, não estamos falando dos dias de hoje, de conflitos no Oriente Médio. Ou não apenas isto. Muito além disto. O subtítulo do livro de Christopher Lloyd anuncia: do Big Bang até os dias de hoje.

De fato, o humano só entrará nesta história por volta da página 100.
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O Diabo no banco dos réusNo mesmo dia que assisti o sensacional O Segredo dos Seus Olhos vi também O Diabo no Banco dos Réus.

O aluguei porque o argumento era ótimo: alguém resolve processar o Diabo por conta de todos os males do mundo e o Diabo aparece no tribunal para se defender!

Uma ótima idéia, mas uma péssima execução. Um péssimo filme de tribunal, um péssimo filme filosófico, uma péssima comédia (é uma comédia?). Péssimas atuações.

Diz o sábio conselho: se o livro não está te agradando e você não é obrigado a lê-lo, simplesmente feche-o. Eu faria isto com este filme antes de sua metade: retirá-lo do aparelho de DVD. Porém, é apenas um filme, e não um grosso livro: restava apenas uma hora.
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O segredo dos seus olhosOutro filme que vi há poucos dias foi O Segredo dos Seus Olhos, obra lançada em 2009. Filme que, por ser argentino e por eu gostar do cinema deste país, já desejava ver desde que foi lançado. Porém, como não sou rato de cinema e na locadora da qual sou sócio é mais fácil encontrar Jesus que um filme em lançamento, acabo sempre assistindo a qualquer filme depois que todo o mundo já o assistiu.

Não me incomodo com isto, pois raramente sinto a urgência em ver ou ler uma obra que acaba de ser lançada: o que mudará nela se eu consumi-la um ano depois? E, estando sempre atrasado, sempre há bons filmes lançados há um ano ou mais que ainda não vi. E, se não posso conversar em uma mesa de bar sobre o que está nos cinemas, o distanciamento traz vantagens: já tenho à minha disposição inúmeras críticas, formais e informais, que me ajudam a selecionar o que vejo (melhor ver um ganhador do Oscar que um que nem foi indicado, por exemplo) e às quais posso comparar minha visão e, mesmo vendo o filme pela primeira vez, sei que que minha opinião sobre ele será menos polarizada, menos emocional, do que a dos que o vêem quando ele ainda é objeto de discussões apaixonadas.
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A Árvore da Vida (filme)Assisti a A Árvore da Vida, lançado há alguns meses, apenas agora, no Natal.

Havia lido algumas críticas sobre o filme, dirigido por Terrence Malick e com Brad Pitt supostamente no papel principal, críticas que me fizeram pensar que a obra seria daquelas que despertam ou amor ou ódio.

Fala-se muito, nestas resenhas, das supostamente longas cenas que mostram o universo em expansão, planetas nascendo, vulcões em erupção, dinossauros… Dinossauros!

Com certa expectativa, então, apertei o play. Achei que iria amar o filme, afinal, não sou o fã número 1 do cinema convencional.

Não amei A Árvore da Vida. Mas também não odiei. Gostei. (Mesmo assim, gosto da ideia de começar meu blog falando de um filme polêmico.) É bom. Umas três ou quatro estrelas em um máximo de cinco.
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Era uma situação vergonhosa.

Eu, que já criei tantos blogs e sites, não tinha um domínio com meu nome. Porque, quando fui atrás, já tinham donos. O fernandocesar.com.br pertencia a um bailarino. O fernandocesar.com, a um pastor. Ou seja, além de não conseguir registrar meu nome, ainda o tinha ocupado por duas pessoas com profissões completamente diferentes da minha.

Há poucos dias resolvi “dar uma nova olhadinha” nestes domínios, ver se por um milagre o dono de algum deles o havia abandonado, e… surpresa! O fernandocesar.com estava fora do ar e disponível para compra.

Opa!

E agora? O que faço com este domínio?

Pretendo utilizá-lo de duas maneiras.

Como um blog, onde despejarei textos mais pessoais, que não caibam em nenhum de meus outros sites.

E como um portfólio de meus outros sites e trabalhos como escritor.

Mas, agora que o domínio é meu, vou sem pressa…

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